quarta-feira, 30 de novembro de 2011

De olho no gabarito:Arcadismo.


Resolução:
01. C 02. E
03. D 04. A, B, D
05. D 06. D 07. D 08. D
09. E 10. D

Antes de confirir o gabarito, estude o conteúdo!!!1

Luciane.

Literatura:Arcadismo



Questões:

01. Assinale o que não se refere ao Arcadismo:

a) Época do Iluminismo (século XVIII) – Racionalismo, clareza, simplicidade.
b) Volta aos princípios clássicos greco-romanos e renascentistas (o belo, o bem, a verdade, a perfeição, a imitação da natureza).
c) Ornamentação estilística, predomínio da ordem inversa, excesso de figuras.
d) Pastoralismo, bucolismo suaves idílios campestres.
e) Apóia-se em temas clássicos e tem como lema: inutilia truncat (“corta o que é inútil”).


02. Indique a alternativa errada:

a) Cultismo e conceptismo são as duas vertentes literárias do estilo barroco.

b) O arcadismo afirmou-se em oposição ao estilo barroco.

c) O conceptismo correspondeu a um estilo fundado em “agudezas”ou “sutilezas”de pensamento, com transições bruscas e associações inesperadas entre conceitos.

d) O cultismo correspondeu sobretudo a um jogo formal refinado, com uso abundante de figuras de linguagem e verdadeiras exaltação sensorial na composição das imagens e na elaboração sonora.

e) O Arcadismo tendeu à obscuridade, à complicação lingüística e ao ilogismo.


Nos exercícios 3 e 4, assinale, em cada um, a(s) afirmação(ões) improcedente(s) sobre o Arcadismo.

(Podem ocorrer várias em cada exercício).

03. A respeito da época em que surgiu o Arcadismo:

a) o século XVIII ficou conhecido como “século das luzes”;
b) os “enciclopedistas”construíram os alicerces filosóficos da Revolução Francesa;
c) o adiantamento cientifico é uma das marcas desta época histórica;
d) a burguesia conhece, então, acentuado declínio em seu prestígio;
e) em O Contrato Social, Rousseau aborda a origem da Autoridade.


04. Quanto à linguagem árcade:

a) prefere a ordem indireta, tal como no latim literário;
b) tornou-se artificial, pedante, inatural;
c) procura o comedimento, a impessoalidade, a objetividade;
d) manteve as ousadias expressionais do Barroco;
e) promove um retorno às “virtudes clássicas”da clareza, da simplicidade e da harmonia.


05. Entre os escritores mais conhecidos do “Grupo Mineiro”, estão:

a) Silva Alvarenga, Mário de Andrade, Menotti del Picchia.
b) Santa Rida Durão, Cecília Meireles, Tomás Antônio Gonzaga.
c) Basílio da Gama, Paulo Mendes Campos, Alvarenga Peixoto.
d) Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto.
e) Alvarenga Peixoto, Fernando Sabino, Cláudio Manuel da Costa.


06. Qual a alternativa que apresenta uma associação errada?

a) Barroco / Contra-Reforma.
b) Arcadismo / Iluminismo
c) Romantismo / Revolução Industrial.
d) Arcadismo / Anti-Classicismo
e) Arcadismo / Racionalismo


07. Poema satírico sobre os desmando administrativos e morais imputados a Luís da Cunha Menezes, que governou a Capitania das Minas de 1783 e 1788:

a) Marília de Dirceu
b) Vila Rica
c) Fábula do Ribeirão do Carmo
d) Caras Chilenas
e) O Uruguai


08. Em seu poema épico, tenta conciliar a louvação do Marquês de Pombal e o heroísmo do índio. Afasta-se do modelo de Os Lusíadas e emprega como maravilhoso o fetichismo indígena.

São heróis desse poema:

a) Cacambo, Lindóia, Moema
b) Diogo Álvares Correia, Paraguaçu, Moema
c) Diogo Álvares Correia, Paraguaçu, Tanajura
d) Cacambo, Lindóia, Gomes Freira de Andrade
e) n.d.a.


09. (ITA) Uma das afirmações abaixo é incorreta. Assinale-a:

a) O escritor árcade reaproveita os seres criados pela mitologia greco-romana, deuses e entidades pagãs. Mas esses mesmos deuses convivem com outros seres do mundo cristão.

b) A produção literária do Arcadismo brasileiro constitui-se sobretudo de poesia, que pode ser lírico-amorosa, épica e satírica.

c) O árcade recusa o jogo de palavras e as complicadas construções da linguagem barroca, preferindo a clareza, a ordem lógica na escrita.

d) O poema épico Caramuru, de Santa Rita Durão, tem como assunto o descobrimento da Bahia, levado a efeito por Diogo Álvares Correia, misto de missionários e colonos português.

e) A morte de Moema,índia que se deixa picar por uma serpente, como prova de fidelidade e amor ao índio Cacambo, é trecho mais conhecido da obra O Uruguai, de Basílio da Gama.


10. (ITA) Dadas as afirmações:

I) O Uruguai, poema épico que antecipa em várias direções o Romantismo, é motivado por dois propósitos indisfarçáveis: exaltação da política pombalina e antijesuitismo radical.

II) O (A) autor(a) do poema épico Vila Rica, no qual exalta os bandeirantes e narra a história da atual Ouro Preto, desde a sua fundação, cultivou a poesia bucólica, pastoril, na qual menciona a natureza como refúgio.

III) Em Marília de Dirceu, Marília é quase sempre um vocativo; embora tenha a estrutura de um diálogo, a obra é um monólogo – só Gonzaga fala, raciocina; constantemente cai em contradição quanto à sua postura de Spastor e sua realidade de burguês.

Está(ão) Correta(s):

a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas I e II
d) Apenas I e III
e) Todas

Confira o gabarito na próxima postagem.
Um abraço.

Luciane

Aplicação da Prova - Spaece 2011


Essa foi uma semana muito movimentada na escola; isso se deu graças à aplicação das provas do Spaece 2011.A semana começou com a turma de 9º ano realizando a prova.Na terça -feira fooi o dia das turmas do 1º ano; hoje, quarta-feira, a missão é da competência das turmas do 2º ano.Amanhã, dia 01 de dezembro será a vez do 3º ano.
A escola preparou-se com muita cautela para que o aluno tivesse uma estrutura física e emocional firme para que pudesse reealizar a prova com o maior conforto possível.A cada dia de aplicação de prova, a cantina oferecia um lanche reforçado à turma avaliada.Não faltou o carinho dos auxiliares de serviço para que o aluno se sentisse aclhido nesse momento.Núcleo gestor e professores não mediram esforços para trabalhar esse aluno para que ele se sentisse capaz de fazer uma boa prova e garantisse o computador.
Valeu o esforço de todos!!!!!
Turma do litviva.

Luciane.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

De olho no Spaece!!!!!!!!!!!!

ATIVIDADES COM OS DESCRITORES DA LÍNGUA PORTUGUESA
É PRECISO PARAR DE PRENDER
Evandro Lins e Silva

Toda vez que a violência aumenta, as pessoas tendem a clamar por medidas punitivas mais rigorosas para os transgressores das leis. Pedem a pena de morte para os mais perigosos e cadeia para todos quanto saiam do trilho da conduta determinada pela legislação em vigor. Essa é uma reação instintiva e nada racional. Ninguém ignora que hoje no Brasil a prisão não regenera nem ressocializa as pessoas que são privadas da liberdade por terem cometido algum tipo de crime. Ao contrário, é de conhecimento geral que a cadeia perverte, corrompe, deforma e embrutece. É uma fábrica de reincidência e uma universidade às avessas, onde se diploma o profissional do crime. A prisão, essa monstruosa opção, perpetua-se ante a insensibilidade da maioria como uma forma ancestral de castigo. Positivamente, jamais se viu alguém sair de um cárcere melhor do que quando entrou. Os egressos do cárcere estão sujeitos a uma outra terrível condenação: o desemprego. Pior que tudo, são atirados a uma obrigatória marginalização. O ex-condenado só tem uma saída: incorporar-se ao crime organizado. A sociedade, que os enclausurou sob o pretexto hopócrita de reinseri-los em seu seio, os repudia.
...
Os partidários da volta a métodos bárbaros de repressão não entendem que estão transformando homens em feras e aumentando a legião de desajustados. Eles têm conquistado muito terreno no Brasil, nos últimos tempos, com a prisão cautelar que atinge os inocentes e serve de pretexto para a prática de constantes abusos de poder, e a agravação de penas para crimes hediondos. Procura-se criar uma atmosfera de pânico, que oferece ensejo`a pena de morte. Nenhum desses pregoeiros da repressão pensa na prevenção dos delitos, no atendimento aos menores abandonados, na criação de condições sócios-econômicas que impeçam a geração de novos delinquentes.

EXPLORANDO O TEXTO
01. (D-15) Assinale a alternativa que contenha uma afirmação mais verdadeira sobre o texto apresentado:
a. O autor não elabora um esquema argumentativo convincente sobre o sistema penitenciário no Brasil.
b. O autor não fundamenta o conteúdo das suas ideias com dados de observação sobre o sistema penitenciário no Brasil.
c. O autor critica severamente o sistema penitenciário no Brasil com um raciocínio lógico apresentando causas e efeitos que justificam o seu posicionamento.
d.O autor apoia-se meramente numa visão subjetiva ao condenar o sistema penitenciário vigente no Brasil.
e. O autor evidencia sempre seu ponto de vista com simples opinião.

02. (D-13) Do texto depreende-se que a sociedade é hipócrita pelo fato de:
a. reintegrar plenamente o ex-condenado ao seu seio.
b. oferecer ao detento condições favoráveis à sua recuperação.
c. mascarar a discriminação aos ex-condenados, enquanto finge aceitá-los.
d. procurar criar condições sócio-econômicas a fim de sanar a delinquência juvenil.
e. ser favorável à opressão do contingente de desajustados e criminosos.

03.(D-19) No segundo parágrafo, o autor se utiliza de expressão "pregoeiros da repressão." Aponte a alternativa em que se verifica, no texto, outra expressão de sentido equivalente:
a."egressos do cárcere"
b."profissional do crime"
c. "transgressores da lei"
d. "legião de desajustados"
e. "partidários da volta a métodos bárbaros"

04. (D-03) No trecho: "Positivamente, jamais se viu alguém sair de um cárcere melhor do que quando entrou." O termo "positivamente" no contexto do parágrafo equivale a:
a. definitivamente
b. necessariamente
c. eventualmente
d. principalmente
e. normalmente

05. (D-01) Segundo o autor, a criação de uma atmosfera de pânico na população terá com consequência a :
a. "prática de constantes abusos do poder."
b. "proposta legislativa do retorno à pena de morte."
c. "prevenção dos delitos."
d. "agravação de penas para crimes hediondos".
e. "criação de condições sócio-econômicas.

06. (D-01) Para o auator, o desemprego dos ex-condenados obriga-os à:
a. reintegração no mundo da criminalidade.
b. volta da política de ajuda mútua.
c. prática de métodos bárbaros de repressão.
d. reincidência de comportamentos racionais.
e. procura de alternativas viáveis no campo de trabalho.

Na frase:
07.(D-21) Alô, Joana, está tudo bem por aí?
O recurso estilístico utilizado na frase quanto a função de linguagem é:
a.função referencial
b.função fática
c.função referencial
d.função poética
e.função emotiva


Fonte:Blog das nosssas aulas.

Luciane.

Mais questões de Spaece.

PAECE 2010 (ATIVIDADES COM DESCRITORES)
SARA ISABEL

Sara Isabel, morena, tem quinze anos, mede 1,75, pesa sessenta e dois quilos e é de uma beleza irreparável. Cursa o primeiro ano do segundo grau no Colégio São Marcos e pretende se formar em medicina ou seguir a carreira de modelo.

Em casa é uma pessoa isolada, que fica horas e horas, em seu quarto, lendo e ouvindo músicas. No colégio, não se isola, mas também não se junta com todo mundo, seleciona as amizades. Com o namorado, não se mostra muito interessada, acha-se muito nova para firmar namoro. No clube ou na praia, mostra-se bastante solta: joga vôlei, tênis, gosta de fazer ginástica, não pára um minuto.

Das qualidades de Sara, a que mais me chama atenção é a sua dedicação aos estudos, o seu interesse em vencer na vida, o que mostra ser uma pessoa inteligente e conhecedora do seu mundo.

Conforme o texto responda:

1.(D-09) Quanto ao gênero pode-se dizer que:
a.possui caráter narrativo
b.é uma dissertação sobre a vida de uma pessoa.
c.é uma descrição.
d. interpreta os sentimentos e caracteres de alguém.

2.(D-03) São características de natureza geral:
a.Sara Isabel tem intereese em vencer na vida.
b.Ela seleciona as amizades.
c.não se mostra muito interessada em namoro.
d. é morena, tem quinze anos, pesa sessenta e dois quilos.

3. (D-02) São aspectos que se profundam no conhecer da pessoa descrita:
a.pretende formar-se em medicina.
b.é de uma beleza irreparável.
c.Fica horas e horas em seu quarto lendo ou ouvindo música.
d.mostra ser uma pessoa inteligente.

4.(D02) No texto, a parte que dá ênfase a uma característica que melhor define Sara Isabel.
a.muito nova para firmar namoro.
b.cursa o primeiro ano do segundo grau.
c.Não pára um minuto.
d.dedicação aos estudos, o seu interesse em vencer na vida.

5.(D-08) "... não se junta com todo mundo." Desta informação apresentada no texto infere-se que:
a.Sara Isabel se acha mais importante que as outras pessoas.
b.Sara Isabel é preconceituosa.
c.Sara Isabel é orgulhosa.
d.Sara Isabel é uma pessoa reservada.

6.(D-06) Do texto, depreende-se que Sara Isabel mostra-se bastante solta pelo fato de:
a.participar em diversas atividades.
b. ser determinada e objetiva.
c.ser livre para ir aonde quiser.
d.fazer o que da na cabeça sem pensar nas consequências.


Fonte:Blog das nossas aulas.
Luciane.

Desafios:Spaece 2011 -

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

SPAECE E OS DISTRATORES
DISTRATORES:

As alternativas contêm alguns tipos de erros os quais confunde o aluno que não domina o conteúdo. Existe uma explicaçao para cada alternativa errada. Isso possibilita a identificação do erro cometido.

Assinale a interpretação sugerida pelo seguinte trecho publicitário:

Fotografe os bons momentos agora,
porque depois vem o casamento.

a. casamento não merece fotografias.
b. a felicidade após o casamento dispensa fotografias.
c. compromissos assumidos no casamento limitam os momentos dignos de fotografia.
d. casamento é uma segunda etapa a vida que também merece ser fotografada.
e. casamento é uma cerimônia que exige fotografias exclusivas.


Fonte:Blog das nossas aulas.


Luciane.

Desafio:Spaece 2011 -9º ano

Preparação Intensiva Spaece:
O Feitiço do sapo
Eva Furnari
Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de idéias, fica horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio, e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce, ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito para encontrar uma solução e finalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da casa dela.
FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.
Colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi uma idéia de jerico, porque essa idéia é
1.maldosa
2.absurda.
3.perigosa
4.secreta.
Mãos à água!
Elas entram em contato com muitas coisas e podem levar microorganismos nocivos para a boca, os olhos e outras partes do corpo. Por isso, as mãos pedem atenção especial. Devem ser lavadas antes das refeições, depois de ir ao banheiro e sempre que tiverem contato com sujeira. A pele da palma das mãos é diferente do restante do corpo, e pode ser lavada mais vezes.
Revista CHC 176 :: Janeiro/ Fevereiro de 2007 Adriana Bonomo e José Marcos Cunha
No trecho “Elas entram em contato com muitas coisas...”, a palavra Elas refere-se a
a)mãos.
b)águas.
c)bocas.
d)refeições.
Urso é condenado por roubo de mel na Macedônia
O sabor de mel foi tentador demais para um urso na Macedônia, que atacou várias vezes as colméias de um apicultor.
Agora, o animal tem ficha na polícia. Foi condenado por um tribunal por roubo e danos.
O caso foi levado à Justiça pelo apicultor irritado depois de um ano de tentar, em vão, proteger suas colméias.
Durante um período, ele conseguiu afugentar o animal com medidas como comprar um gerador e iluminar melhor a área onde os ataques aconteciam ou tocar músicas folclóricas sérvias. Mas quando o gerador ficava sem energia e a música acabava, o urso voltava e lá se ia o mel novamente.
“Ele atacou as colméias de novo”, disse o apicultor Zoran Kiseloski.
Como o animal não tinha dono e é uma espécie protegida, o tribunal ordenou ao Estado pagar uma indenização por prejuízos causados pela destruição de colméias, no valor de US$ 3,5 mil.
O urso continua à solta em algum lugar da Macedônia.
O que é um apicultor?
a)Homem irritado
b)Morador de Macedônia
c)Caçador de urso
d)Criador de abelhas
Desejo de genro
Sogrinha, eu gostaria muito que a senhora fosse uma estrela.
— Quanta gentileza, genrinho. Mas por que você fala assim?
— Porque a estrela mais próxima está a milhões e milhões de quilômetros da Terra.
Calendário 2008 – Ed. Boa Nova Com. Livros Religiosos Ltda. - EPP
O que dá um tom divertido a esse texto?
a)A existência de estrelas a milhões de quilômetros do planeta Terra
b)A gentileza do genro com a sua “sogrinha”, coisa rara de acontecer
c) O genro chamar a sua sogra de “sogrinha” e querer que ela fosse uma estrela
d) O genro comparar a distância das estrelas à distância que quer ter da sogra.
O Fazendeiro, seu Filho e o Burro
Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças que riram e zombaram deles:
– Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?
O fazendeiro, então, ordenou ao filho:
– Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.
O filho assim o fez. Daí a pouco, passaram por uma aldeia (...) e uns velhos que comentaram:
– Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.
– Talvez eles tenham razão, meu fi lho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé.
Trocaram então as posições.
Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas, as quais disseram:
– A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre fi lho gasta as pernas.
– Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel, pediu o pai.
Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.
– Oh!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, maltratado, carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. (...) Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.
O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.
Fábulas de Esopo. www.clubedobebe.com.br
O problema que dá origem à essa história é
a)o burro estava muito cansado de caminhar.
b)o fazendeiro e seu filho precisavam chegar rapidamente ao Mercado da Cidade.
c)o fazendeiro e seu filho queriam agradar a todas as pessoas e não conseguiam
d)o burro estava sendo muito maltratado.
A pipa Pepita
Zezito era o dono de Pepita, uma pipa verde e rosa, de carinha graciosa.
Zezito preparou Pepita para concorrer no grande campeonato de pipas. Fitas coloridas saíam de suas pontas.
O dia amanheceu. O Sol estava forte e o céu azul. De toda parte chegava gente grande, gente pequena, com suas pipas de todos os jeitos. Tinha pipa-estrela, pipa-bicho, pipas de todos os jeitos.
Um apito deu o sinal e as pipas voaram no céu. Ele ficou colorido, como um dia de carnaval. Pepita foi subindo...
Passou por várias nuvens e deixou as outras pipas para trás. Lá no alto, Pepita gritou:
- Até um dia, Zezito! Vou fazer um grande vôo.
Se você olhar para o céu nas noites estreladas, verá Pepita, com seus cabelos de fita...
GOES, Lúcia Pimentel. A pipa Pepita. São Paulo: Scipione, 1988.
No trecho “Ele ficou colorido, como um dia de carnaval (...)”, a palavra destacada pode ser substituída por
a)céu
b)sol.
c)dia.
d)apito
O CÁGADO NA FESTA DO CÉU

Certa vez houve uma grande festa no céu para a qual foram convidados os bichos da floresta. Todos se encaminharam para lá, e o cágado também – mas este era vagaroso demais, de modo que andava, andava, e não chegava nunca.
A festa era só de três dias e o cágado nada de chegar. Desanimado, pediu a uma garça que o conduzisse às costas. A garça respondeu:
– Pois não. E o cágado montou.
A garça foi subindo, subindo, subindo. De vez em quando perguntava ao cágado se estava vendo a terra.
– Estou, sim, mas lá longe.
A garça subia mais e mais.
– E agora?
– Agora já não vejo o menor sinalzinho de terra.
A garça, então, que era uma perversa, fez uma reviravolta no ar, desmontando o cágado. Coitado! Começou a cair com velocidade cada vez maior. E enquanto caía, murmurava:
– Se eu desta escapar, léu, léu, léu, se eu desta escapar, nunca mais ao céu me deixarei levar.
Nisto avistou lá embaixo a terra. Gritou:
– Arredai-vos, pedras e paus, senão eu vos esmagarei! As pedras e paus se afastaram e o cágado caiu. Mesmo assim arrebentou-se todo, em cem pedaços.
Deus, que estava vendo tudo, teve dó do coitado. Afinal de contas aquela desgraça tinha acontecido só porque ele teimou em comparecer à festa no céu. E Deus, juntou outra vez os pedaços.
É por isso que o cágado tem a casca feita de pedacinhos emendados uns nos outros.

Monteiro Lobato. Histórias de Tia Nastácia. Obras Completas, v.3.

O autor dá sua opinião sobre a garça em
a)“A garça respondeu: – Pois não.”.
b)“A garça foi subindo, subindo, subindo
c)A garça, então, que era uma perversa,”.
“A garça subia mais e mais.”.

Luciane.